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Joel Vicente De Sousa


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SEREI
22/04/2011 às 22:34

Sei quem sou?

Se me preocupo com que dizem que sou.

Mudo meu jeito de ser.

Se por ventura mudo meu jeito de ser.

Logo não tenho certeza de quem sou.

Se não tenho certeza de quem sou.

Logo não sei quem sou.

Por ventura me conheces?

Sabes me dizer quem sou?

Por ventura sabes quem você é?

Acho que não sabe quem és?

Mas opinas sobre quem sou.

Sei quem fui?

Em minha opinião teria feito coisas boas.

Mas alguém diz que o que fiz foi mau.

Se pensas que fiz mal.

Já não sei se era bom o mau o que fiz.

Logo não sei se eu era bom ou mau.

Logo já não sei que eu era.

Sei quem serei?

Se não sei quem era.

Não sei quem sou.

É possível adivinhar o que serei?

Se por ventura chegar ao serei.

Mas sei quem sou.

Conheço meus limites.

Sei quem fui.

Conheço meu passado.

Sei de meus sonhos.

Minha dedicação.

Minha fé em Deus.

Sei que o futuro só pertence a Deus.

Portanto serei o que serei.

Segundo a vontade de Deus.

De minhas convicções.

Dedicação



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SAUDADE NÃO É IGUAL
22/04/2011 às 21:25

 

Hoje acordei pensando em você.
De tempos que a ti pude ter.
Tive saudade.
De nosso amor e amizade. 
Saudade de você.
Pelo teu cheiro e prazer.
Não uma saudade qualquer.
De simples ou sapeca mulher.
Que passou por minha vida.
Sem deixar rasto feminino atrevida. 
Mas, saudade, saudade de verdade.
Não de uma fazenda ou cidade.
Minha saudade é daquela que não passa.
Nossos momentos são lembranças que em minha mente repassa.
Não importa quanta dor.
O tempo e a distancia não pôde sufocar este amor.
Dor que esmaga o coração.
De um amor impossível ilusão.
Dizem que a saudade são todas iguais.
Somos homens e não animais.
Que absurdo.
Quem disse isso não tem coração.
Se não mudar de opinião.
Provavelmente não terá perdão.
Não é mesmo.
A razão de não mais nosso amor viver.
Esta acima de meu poder.
Ainda assim meu corpo geme por você.
Mesmo que toda minha força esgotasse.
Tentando te esquecer.
Não teria eu empreitada bem sucedida.
Por nosso amor em meu coração achar guarida.
Como andarinho entre povos.
Estando só, rodeado de tantos.
Na busca de novos encantos.
Trazendo na bagagem lembranças.
Cheia de saudades e esperanças.
Caminho trilhado.
Por labareda passando.
Por estrada sem rumo andando.
Com meus pés já cansados.
Trago no meu corpo a marca do tempo.
Cada ruga e cabelo branco.
É testemunha do quanto te amo.
Outra importuna testemunha.
De minha fraqueza e força.
A saudade que sinto de você.
 
 

 



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