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Joel Vicente De Sousa


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21/05/2010 às 22:07

Comendo pé de moleque. No caminho ao pé da serra. Refrescado por um pé de vento. Substituído por um pé de chuva. Com os pés descalço. Pisando o pé do barranco. Decorando o texto ao pé da letra. Responder ao pé do ouvido. Para não haver pé de briga. Pula de um pé só o José perneta. Com ciúme do pé de pano. De sua senhorinha ao pé do fogão. Cobra do diarista a permanência ao pé do eito. Chama de preguiçoso o pé de cama. O mais terrível é o pé de cana. Intolerável é o pé de atleta. Os mais feios é o pé de pato. O que diria o pé de pavão. O pé de anta ou o de gavião. Pé de donzela. Ao pé da mesa. Repousa no pé da cadeira. Quase tudo tem pé. Nem todos andam com os pés. Alguns pés são rápidos. Outros pés são fixos. Uns pés são imaginários. Outros pés são físicos. Outros pés ainda figurativos. Pés que andam sobre as águas. Pés que palmilha do chão. Pé da cidade e do sertão. Na dança o pé de valsa. Na cozinha o pé de sebo. Na água o pé de molho. São tantos pés citados. Outros pés esquecidos. O mais rápido dos pés. Pertence ao coração apaixonado. Que no mundo da paixão vive com os pés atolados.

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